Obras como O Nome da Rosa, de Umberto Eco, ou O Processo, de Franz Kafka, exploram a religião e o sistema jurídico como mecanismos de controle, onde a fé e a lei se misturam com o medo e a paranoia. Kafka, em particular, nos coloca frente a um sistema opressor, no qual o indivíduo perde sua identidade e sua liberdade, prisioneiro de forças invisíveis e incompreensíveis, que podem ser interpretadas como uma alegoria tanto para a religião quanto para o poder do Estado.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Jardim das Águas e das Memórias

crônica para um prédio demolido (com guaraná bem gelado, por favor)