A questão que fica é: onde está a linha entre a fé saudável e a obsessão? O que diferencia a crença num santo ou num mito antigo da fé depositada num super-herói ou numa máquina inteligente? E mais ainda: quando essa fé se torna uma doença? A psiquiatria nos lembra que obsessões podem se manifestar em várias formas, seja pela devoção religiosa cega ou pela dependência de figuras messiânicas, reais ou fictícias. Há uma linha tênue entre a fé que liberta e a obsessão que aprisiona.

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