Personagens como Robocop e o Exterminador do Futuro questionam até que ponto a humanidade pode ser controlada ou transformada pela tecnologia. No altar contemporâneo, onde essas figuras convivem com santos e divindades, temos a representação de uma nova forma de fé: uma crença no poder da tecnologia e na capacidade da inteligência artificial de nos salvar ou destruir. A obsessão por controle e perfeição tecnológica, por sua vez, ecoa as velhas obsessões religiosas de salvação e juízo final.

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