Curiosidades e fatos (Em 3ª pessoa para ficar diferente) Parte 1.

 


Foto: Patrícia Bernardo.


Curiosidades e fatos (Em 3ª pessoa para ficar diferente) Parte 1. 


1. Olegário fez três estudos com desenhos utilizando objetos retirados da orla da praia, especificamente pastilhas de porcelana, para seu projeto.

2. Olegário tem uma coleção de óculos, chapéus, boinas e outros adereços, permitindo combinações ou desarmonias visuais. Seu cenário incluirá uma estante cheia de objetos coletados, alguns comprados em um bazar beneficente. Ele considera criar colares, pulseiras, coroas e personalizar chapéus colando objetos neles.

3. Olegário quer desenvolver um roteiro e um projeto artístico que critiquem o consumismo, explorando características de movimentos artísticos que se opunham a ele. Sua abordagem será hipócrita, tendenciosa, anárquica e sincera, culminando em um fim apoteótico ou apocalíptico. Ele considera metáforas como a sociedade sucumbindo, engasgada ou afogada em suas próprias emoções, inspirando-se na cena de Zé das Medalhas em 'Roque Santeiro'.

4. Olegário considera a ideia de representar essa dualidade em suas criações, como uma versão de si brigando consigo mesmo, fazendo alusão ao seu signo e à sobrecarga de informação da atualidade.

5. Olegário se sente impactado pelo excesso de informação, propagandas, fake news e programas de televisão fúteis.

6. Olegário é do signo de Gêmeos e tem uma personalidade marcada por mudanças constantes de opinião.

7. Olegário quer seguir um caminho de criação artística viável financeiramente, utilizando os recursos que já possui. Ele busca formas de monetizar seu trabalho, mesmo sabendo que o retorno pode não ser imediato. Está aberto a explorar outros caminhos para alcançar esse objetivo.

   8. Olegário tem um senso de humor afiado e debochado, semelhante ao personagem Max Headroom. Ele está considerando criar vídeos imitando as expressões e o estilo do personagem para falar verdades de forma irreverente. Além disso, está considerando fazer uma sátira da sátira inspirada em Max Headroom, explorando um caminho reverso para criticar a realidade atual. Para seus vídeos, criará uma identidade visual inspirada em Max Headroom, trocando de roupa a cada episódio e usando óculos, chapéus, adereços, colares, pulseiras e capacetes. Também criará adereços vestíveis e colará imagens recortadas de revistas e jornais em seu rosto. Usará referências do cinema e seu extenso product placement.

9. Olegário não gosta de conflitos, mas, às vezes, expressa seu descontentamento com críticas, cancelamentos, censura e boicotes. Ele usa indiretas e, ocasionalmente, cita nomes de forma direta.

10. Olegário já fez mais de 300 impressões ou marcações com frottage para sua exposição *Impermanência(s)*. Ele sempre leva papel e giz de cera consigo para continuar criando, pois é o material com o qual melhor se adaptou.

 11. Olegário agora coleta também fragmentos de construções, além de cacos de vidro, plástico e cerâmica.
  
 12. Olegário tem grande interesse por cemitérios e lugares abandonados.
 13. Olegário começou a ouvir Dasha Rush, cujo som o lembrou da trilha sonora do jogo Streets of Rage 2 do Mega Drive, especialmente pelas semelhanças com música techno atmosférica e sintetizada dos anos 90. Ele quer explorar mais esse universo musical e pediu uma playlist com espírito retrô-futurista, unindo techno, trilhas de videogames e sons experimentais.

 14. Olegário quer criar microtextos inspiradores como se fossem trilhas invisíveis para a exposição *Impermanência(s)*, baseando-se em letras de músicas como "Step Out" (José González), "The Future", "Anthem", "Hallelujah" e "Waiting for the Miracle" (Leonard Cohen), e "Hurt" (Johnny Cash). Pretende postar esses microtextos a cada dois dias até a abertura da exposição.

 15. Olegário está lendo o livro *A Educação pela Pintura*, de Paulo Pasta, em busca de inspiração para o nome da sua segunda exposição. Ele quer um título diferente e sutil, levando em conta religiões e filosofias, especialmente as religiões africanas.

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